atenção que isto dos robalos não é com 2ªs intenções..... tipo robalos à vara, esqueçam isso por agora...
Ó Trakinas se estes 4 pescadores estivessem munidos de coletes, será que ainda estavam vivos ?
Agradecia uma resposta da sua parte... por favor.
Encontrados primeiros destroços da embarcação desaparecida em Peniche
14h33m
Um painel da embarcação desaparecida, ontem, quinta-feira, ao largo da costa a sul de Peniche, com quatro pescadores a bordo, e um balde para armazenar anzol foram, ao fim da tarde de hoje, encontrados a boiar no mar. Os destroços foram localizados a uma milha da Praia Azul, Torres Vedras.

De acordo com o capitão Luís Patrocínio Tomás, do Porto de Peniche, ainda não foram encontrados quaisquer vestígios dos quatro pescadores.
As buscas vão prosseguir na noite de hoje, sexta-feira.
"Não temos pistas nem indícios do que terá acontecido e não consigo tirar quaisquer conclusões", disse, adiantando que o alerta foi dado através de um canal de comunicação de uma outra embarcação e não pelo chamado "canal de segurança". "Os sistemas de segurança previstos não foram activados", disse.
Hugo Fonseca, mestre da embarcação "Dário Luís", foi o último a comunicar com a tripulação do "Fábio e João", um barco de pesca costeira de 10 metros.
"Eram 19:30 [de quinta-feira] e estávamos a regressar ao porto quando falei com o mestre e ele respondeu já a gritar, por isso já nem o consegui ouvir bem e fui logo alertar a Polícia Marítima", relatou, acrescentando que apesar do vento "o mar não estava muito mau".
Ouvidos pela Lusa, vários pescadores que se concentravam hoje, sexta-feira, nas arribas a norte da Praia da Areia Branca, disseram que a embarcação poderá ter sido surpreendida por uma vaga maior, causada pelo vento, não dando tempo aos pescadores de pedir socorro.
Os pescadores da embarcação que afundou têm entre os 40 e os 55 anos de idade e todos eles tinham filhos, alguns deles ainda menores de idade.
Luís Patrocínio Tomás disse que "as buscas vão continuar durante o dia", com recurso à corveta António Enes, ao salva-vidas de Peniche e a um avião da Força Aérea, depois de um helicóptero da Força Aérea já ter estado também a sobrevoar a zona.
As operações decorrem entre as três e as cinco milhas da costa, onde se presume que a embarcação tenha afundado.
"Uma das pistas que ainda não conseguimos localizar foi a bóia" de sinalização das artes da pesca.
Em terra, as buscas prosseguem com duas equipas da Polícia Marítima e com 14 homens e seis viaturas das corporações de bombeiros da Lourinhã, Peniche e Torres Vedras.

Uma avioneta e uma corveta da Marinha Portuguesa procuram vestígios no mar.
De acordo com o capitão Luís Patrocínio Tomás, do Porto de Peniche, ainda não foram encontrados quaisquer vestígios dos quatro pescadores.
As buscas vão prosseguir na noite de hoje, sexta-feira.
"Não temos pistas nem indícios do que terá acontecido e não consigo tirar quaisquer conclusões", disse, adiantando que o alerta foi dado através de um canal de comunicação de uma outra embarcação e não pelo chamado "canal de segurança". "Os sistemas de segurança previstos não foram activados", disse.
Hugo Fonseca, mestre da embarcação "Dário Luís", foi o último a comunicar com a tripulação do "Fábio e João", um barco de pesca costeira de 10 metros.
"Eram 19:30 [de quinta-feira] e estávamos a regressar ao porto quando falei com o mestre e ele respondeu já a gritar, por isso já nem o consegui ouvir bem e fui logo alertar a Polícia Marítima", relatou, acrescentando que apesar do vento "o mar não estava muito mau".
Ouvidos pela Lusa, vários pescadores que se concentravam hoje, sexta-feira, nas arribas a norte da Praia da Areia Branca, disseram que a embarcação poderá ter sido surpreendida por uma vaga maior, causada pelo vento, não dando tempo aos pescadores de pedir socorro.
Os pescadores da embarcação que afundou têm entre os 40 e os 55 anos de idade e todos eles tinham filhos, alguns deles ainda menores de idade.
Luís Patrocínio Tomás disse que "as buscas vão continuar durante o dia", com recurso à corveta António Enes, ao salva-vidas de Peniche e a um avião da Força Aérea, depois de um helicóptero da Força Aérea já ter estado também a sobrevoar a zona.
As operações decorrem entre as três e as cinco milhas da costa, onde se presume que a embarcação tenha afundado.
"Uma das pistas que ainda não conseguimos localizar foi a bóia" de sinalização das artes da pesca.
Em terra, as buscas prosseguem com duas equipas da Polícia Marítima e com 14 homens e seis viaturas das corporações de bombeiros da Lourinhã, Peniche e Torres Vedras.
jn



